…em tempo algum me passou pela cabeça
escrever algo mais que um recado para alguém

Quando fazemos/escrevemos uma critica ficamos sujeitos a variadas situações. Independentemente de ser construtiva ou não, à critica podemos receber concordância ou discordância, podemos receber troco ‘envinagrado’ por parte de quem não tem poder de encaixe, podemos ainda ter como troco uma resposta interessante formadora de opinião e razão. Seja como for, a critica é uma forma de promover a conversa entre duas partes, a critica é positiva. Eu gosto de a fazer e receber.

Não sou escritor nem jornalista, em tempo algum me passou pela cabeça escrever algo mais que um recado para alguém, no entanto, resultante de uma critica, construtiva(sempre), recebi o troco mais inesperado que tenho memória. Ao meu amigo Orlando*, ‘décadas’ depois do nosso último encontro teci a critica que, entre a esmagadora maioria de pontos positivos do seu interessante projecto informativo, lhe ficava mal a ausência de um sector relacionado com as artes plásticas. “Logo tu, também um artista deixar passar em branco essa falha, não pode ser” disse eu…, – “Olha que até tens razão”, …responde, “vou tratar de corrigir essa falha”. Mais tarde, a ‘sangue frio’, liga-me e diz “já tratei, queres assumir o cargo?” Não sou escritor nem jornalista, mas aceitei. Agora, com a nova rubrica FACTOR ARTE exponho-me à vossa critica, à vossa opinião. Mas isso só pode ser bom…

Visitem o site e também a sua nova secção FACTOR ARTE, e claro, critiquem. 😉

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*ORLANDO AZEVEDO
Jornalista e Coordenador de Conteúdos FACTOR LISBOA
> Rubrica – “Melhor é Impossível”
> Rubrica – “Em Foco”